Abertura!

Ilustração de J. Dorminsky/Ziiiiiing Design - Direitos reservados.

Exmos Srs e Sras amantes da música,

Quero-vos dar as boas vindas ao blogue da Schizzofrenik Records, uma editora "monstruosa", mas com uma grande tendência para lamechices kitsch.
A Schizzofrenik Records abrange qualquer género musical do rock ao jazz, da world music ao pimba, da electrónica à polka, do noise à música clássica... Tudo isto como resultado da sua fusão integral ou parcial à música contemporânea. Terá sempre o seu "twist".

Trata-se de um recipiente colorido, onde procuraremos fazer sentido, tentando complementar o vosso quotidiano com surpresas, coisas utéis e vitamínicas!
O nosso bonito site está neste momento a ser "parido", e em breve estará online, "pós vossos olhes lindos berem..."

O que vos revolta na indústria musical em Portugal?

A guerra dos emepêtrês "ilegais", a música da rádio (o "ouvidor" do blogue "A Rádio em Portugal", tem um artigo interessante sobre este assunto >> link <<), As Christinas e as Britneys (o link é muito interessante! :) )? Se ainda não discutiram estes assuntos, façam-no agora. O vosso ponto de vista é sempre útil para o debate destas questões. Opinem livremente, descarreguem as vossas mágoas, enquanto ouvintes, artistas ou ferrenhos lusitanos...


Alguns links:
"Mp3 não preocupam pequenas editoras portuguesas" - in JornalismoPortoNet
"Música grátis é uma ideia fixe. O que é que tem de mal?" - in ProMusic


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6 comentários:

nunobsousa disse...

A música portuguesa ( isto é um bocado abrangente )refletecte o que se passa na música dos outros países, nisso não estamos muito atrasados, porque a internet é rápida e uma boa melodia de Hong Kong entra-nos em casa pouco depois de ter sido tocada pelos musicos. o artigo do jornalismo porto net diz « As pequenas editoras encaram a pirataria como uma forma de publicidade porque é complicado fazer grandes investimentos para bandas que editam poucos discos »
Um dia vamos dizer sentados no sofá -Havia antigamente bandas que editavam discos.

j. disse...

É verdade que a suposta "pirataria" que falamos, não é nada mais que uma partilha musical. A mesma coisa que ter uma janela aberta e como gravar uma música da rádio em k7 de audio.

Na altura ninguém protestava. Faziamos as nossas compilações com amor, seleccionando as músicas que melhor serviam a função da k7, seja para levar para a praia numa tarde de verão, ou para ouvir no autocarro como banda-sonora contemplativa.

No fundo, o "pirata" é quem coloca qq coisa na net sem a autorização do artista, e quem comercializa cópias ilegais. Não o que usufrui desse serviço (que já paga), que é a internet.

É imoral, mas se o artista vir isso como um benefício, tem que se contornar criativamente a tendência. A mac inventou o ipod. Alimentou um problema que não era deles, lucrando com a situação.

O problema está na mentalidade da sociedade, que julga que o melhor que tem a fazer, é assustar as pessoas como se fossem criminosos por partilharem música, ocultando os factos.

PP disse...

Vamos apoiar casos de rádios de sucesso como a Oxigénio e a Luna e recordações como a Voxx para poder afirmar que o futuro é risonho. E a tendência é para a qualidade se mover para as editoras mais pequenas, como se verifica actualmente nos ramos mais "alternativos" da música. Será que só assim é possível?Provavelmente o mainstream será sempre para as grandes editoras,que promovem piores artistas que há 15 anos...

regiscidio disse...

viva ao mp3. viva a pirataria.
musica boa não se compra, ouve-se.

Anónimo disse...

O blog está um bocado parado, não? Há que dar uso à coisa...

j. disse...

Verdade!:) Planeamento é a chave, mas é verdade.